terça-feira, 24 de setembro de 2013

A OBESIDADE É UMA DOENÇA CRÔNICA COMPLEXA, MULTIFATORIAL E O TRATAMENTO DEVE SER MULTIDISCIPLINAR; ENDOCRINOLOGISTAS – NEUROENDOCRINOLOGISTAS – DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

"A literatura baseada em evidências demonstra claramente que as pessoas afetadas pela obesidade podem melhorar substancialmente a sua saúde e sua qualidade de vida, quando eles têm acesso a um tratamento médico contínuo necessário - incluindo o tratamento comportamental, nutricional, farmacêutico, psicossocial e cirúrgico", disse Laurie Traetow, Diretor Executivo da American Society of Bariatric Physicians (ASBP)." Mesmo uma perda de peso de 5-10% produz reduções clinicamente significativas nos fatores de risco para doenças crônicas, como diabetes, hipertensão arterial, artrite, doença cardíaca, doença mental, distúrbios lipídicos, ronco, apnéia do sono e certos tipos de câncer“. A obesidade é uma doença crônica complexa, multifatorial, exigindo uma abordagem de tratamento multidisciplinar. Esta abordagem deve abranger os melhores padrões de atendimento, tanto em termos dos tratamentos escolhidos, bem como a coordenação de cuidados e ambiente clínico em que são executados. “Devido à natureza complexa da obesidade e sua variedade de impactos sobre a saúde física e mental, o tratamento eficaz requer os serviços coordenados de diversas disciplinas dentro das áreas de tratamento”, disse Joe Nadglowski. "A obesidade é uma condição complexa, com inúmeras causas, muitas das quais estão em grande parte fora do controle do indivíduo. A doença é um fator de muito sofrimento e a mortalidade precoce. 
As pessoas afetadas são muitas vezes sujeitas a enorme estigma social e discriminação. O reconhecimento da obesidade como uma doença pode ajudar a garantir mais recursos dedicados à investigação necessária, prevenção e tratamento da obesidade. Esperamos que ele incentive os profissionais de saúde a reconhecer o tratamento da obesidade como um ato necessário e respeitado, para também reduzir o estigma e a discriminação sofrida pelos milhões de pessoas afetadas.", acrescentou Kyle. "Estamos em um ponto de inflexão. O consenso científico e a montanha de evidências que foram construídas em torno da doença da obesidade e seu tratamento não pode ser ignorado”, acrescentou John Morton, MD.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. Uma possível explicação para o aumento de peso decorrente do consumo excessivo de refrigerantes seria o fato dos efeitos fisiológicos da ingestão energética sobre a saciedade serem diferentes para líquidos e para alimentos sólidos...
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com 

2. O carboidrato ingerido em líquidos promoveria um balanço energético positivo maior, ou seja, há um aumento nas calorias ingeridas e uma diminuição do gasto energético, sendo assim, acaba ganhando uns quilinhos a mais e rapidamente tornam obesos, pois a energia extra vão se acumulando aos poucos...
http://metabolicasindrome.blogspot.com

3. A população deve se conscientizar e reduzir o consumo de refrigerantes, alimentos pouco nutritivos, que implicam no aumento da ingestão calórica e posteriormente levar a obesidade e doenças relacionadas ao ganho de peso...
http://colesteroltriglicerides.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Prof. Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Pesquisa IBGE sobre obesidade; Monteiro CA, Conde W. A tendência secular da obesidade segundo estratos sociais: Nordeste e Sudeste do Brasil, 1975-1989-1997. Arq Bras Endocrinol Metab 1999; 43:186-94; Quetelet LAJ. (1871). Antropométrie ou Mesure des Différences Facultés de l'Homme. Brussels: Musquardt; World Health Organization Technical report series 894: "Obesity: preventing and managing the global epidemic.". Geneva: World Health Organization, 2000. PDF. ISBN 92-4-120894-5; Estudo liga bactérias intestinais a obesidade - O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2010 (visitado em 7-3-2010); Obesidade duplicou em 30 anos; Organização Mundial da Sáude. Obesidade: prevenindo e controlando a epidemia global São Paulo: Editora Roca, 2004. ISBN 85-7241-499-1; National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES). 2000 CDC Growth Charts: United States; Cole TJ, Bellizzi MC, Flegal km, Dietz WH. Establishing a standard definition for child overweight and obesity worldwide: international survey. Br. Med. J. 2000; 320: 1–6; Monteiro CA, Mondini L, Souza ALM, Popkin B. Da desnutrição para a obesidade: a transição nutricional no Brasil. In: Monteiro CA, organizador. Velhos e Novos Males da Saúde no Brasil: a evolução do país e suas doenças. 2.ed. rev. e aumentada.- São Paulo: Hucitec, Nupens/USP; 2000. p. 247-55.

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